De volta ao Brasil, Frederico colocou em prática o projeto de fazer a própria bebida. "No Brasil, a cerveja é feita para ser consumida a 0°C. Quando passa dos 4°C, adquire sabor e aroma esquisito, diferente da produzida em casa, onde se utiliza apenas os melhores ingredientes e se respeita o tempo natural de seu processo" -- explica.

 

Nesse projeto, juntou-se o também arquiteto Marcelo Holl Cury, amigo desde os tempos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP). A primeira experiência foi colocar em prática uma receita passada por Heinz, uma cerveja de trigo. Ficou uma delícia.

 

A surpresa foi tanta, as cervejas seguintes ficaram tão agradáveis que as receitas se repetiram e foram aprimoradas.

 

Nasceu então a Capitu, uma paixão encorpada pelo compromisso de produzir cervejas de verdade, com experimentação de novas receitas e novos processos. Combina com um dos maiores prazeres da vida, que é compartilhar momentos saborosos com quem a gente gosta.

 

 

Foi o alemão Heinz Bier que apresentou a planta a Frederico. Dias depois, o introduziu nos segredos do homebrewing, a arte de fazer cerveja em casa, bastante difundida nos Estados Unidos e certos países da Europa. Heinz apareceu com um saco de cevada e outro de trigo para iniciar o processo cervejeiro desde a malteação dos grãos.

 

A primeira Capitu foi feita em equipamento emprestado por um amigo, originalmente feito para fazer vinhos e adaptado para o processo cervejeiro. Apesar da improvisação não foram poupados dedicação e cuidados especiais em todas as etapas do processo.

Tudo começou em Berlim, onde o arquiteto Frederico Ming esteve em 2009, ao longo de um ano sabático. Como acontece com tantas boas surpresas, o acaso bateu à porta. Frederico se instalou em um squat, vagão de trem adaptado, na companhia de estudantes e artistas de vários países. Com a aproximação do inverno foram necessários reparos no teto do vagão, de maneira a melhor isolar o telhado fino da neve que se anunciava.

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A pesquisa não parou por aí.

Os dois enveredaram pela área mais técnica, de concepção e construção de equipamentos que possibilitassem preparar as cervejas com liberdade de receita, boa repetibilidade e constância de qualidade.

 

2010 -- Com o equipamento novo e melhor desenvolvido, as cervejas começaram a ser brassadas em lotes de 40 litros. A constância nos procedimentos e a qualidade alcançada ajudaram a absorver todos os passos requeridos pela arte cervejeira.

 

2011 -- As pesquisas com maltes os levou a construir uma máquina de maltear, que permitiu a elaboração de ingredientes especiais que trouxessem aromas e sabores diferenciados, incrementando nossas experiências.

 

2012 -- A receita de English Oatmeal Stout foi eleita a melhor bebida do III Campeonato da Acerva Paulista (Associação dos Cervejeiros Caseiros e Artesanais de São Paulo). Foi excelente oportunidade para um contato com a produção de cerveja em maior escala. O prêmio foi produzir e assinar um lote de 500 litros nos equipamentos da Cervejaria Nacional, onde os dois cervejeiros foram muito bem recebidos pelos integrantes da equipe cervejeira, Victor Marinho e Alexandre Sigolo. No VII Campeonato Nacional das Acervas, a Capitu marcou presença. Recebeu Menção Honrosa na categoria Russian Imperial Stout, e medalha de prata no concurso de rótulos.

 

2013 -- As "cervejas ciganas", as que são produzidas sem contarem com uma planta estabelecida, começam a brotar pelo Brasil. Em geral, provenientes de núcleos que tradicionalmente mantêm forte relação com o movimento da cerveja artesanal e caseira, essas novas cervejas vêm com força e muito estilo, cativando e arrebanhando fãs. A Capítu também envereda nessa direção. Assim, inicia o processo de institucionalização e ganho de escala, dentro do conceito de produção artesanal e não mais de nano cerveja, mas já em escala micro.

 

2014  -- a Cerveja Capitu ganha a cidade.

Inicialmente oferecida em dois sabores,  começa a circular pelos clubes de compra de cerveja, bares, empórios e restaurantes de São Paulo.

Agora nossa estória se mistura com você!

Venha prová-la!

2017- Diadorim Leva Ouro No Brasileiro

Pela primeira vez na história  brasileira, uma cerveja sem glúten atinge o nível máximo no campeonato nacional, e recebe medalha de ouro na categoria de cervejas sem glúten.  Festival da Cerveja - Blumenal SC.

Ousada, com personalidade, refrescante e de sabor inigualável, é resultado da parceria  entre a Cerveja Capitu e a empresa de alimentos saudáveis Better Food For You.


Muita pesquisa, testes, estudos, análises e há 6 meses nasceu  a DIADORIM, uma belgian saison com mandioquinha.

Se ainda não experimentou, não deixe de conhecer a cerveja que inaugura outro patamar da cerveja sem glúten, estendendo a todos o universo saboroso da cerveja artesanal! Cheers!

Uma breve História de nossos rótulos:

    

Veja a evolução de nossos rótulos desde as primeiras garrafas caseiras feitas pela Cerveja Capitu.

Saiba mais...

Ouro no Campeonato Brasileiro - Festival da cerveja de Blumenal 2017- Capitu Diadorim

Categoria Cervejas Sem Glúten - veja mais

Ouro no Concurso ACERVA Paulista 2012

Categoria Oatmeal Stout - veja mais

 

Prata no Concurso Nacional ACERVA 2012

Categoria Rótulos - veja mais

 

Menção honrosa no Concurso Nacional ACERVA 2012

Categoria Russian Imperial Stout - veja mais

Cerveja Capitu sem gluten

2014  Cerveja Capitu - São Paulo SP